Desafio Bioinovação Amazônia
Desenvolva tecnologias que valorizam a biodiversidade amazônica e criam renda para quem protege a floresta em Alimentos, Cosméticos e Novos Materiais.
Desenvolva tecnologias que valorizam a biodiversidade amazônica e criam renda para quem protege a floresta em Alimentos, Cosméticos e Novos Materiais.



✓ Bolsa: R$3.500 – 7.500/mês · 6 meses
✓ Fundo de validação: R$100.000 por equipe
✓ Propriedade intelectual permanece com você
✓ Contatos internacionais: empresas, investidores e pesquisadores
✓ Certificado de residência
✓ Bolsa: US$650 – 1.300/mês (Fase 3, 6 meses)
✓ Bônus para os especialistas finalistas
✓ Certificado de residência
✓ Imersão única na maior biodiversidade do planeta
✓ Conexão direta com comunidades e atores locais da Amazônia
✓ Impacto no combate às mudanças climáticas e geração de renda local
Inscrições individuais avaliadas pelo comitê.
Inovadores(as) e Especialistas são agrupados em times para desenvolver propostas com oficinas, mentorias e relatórios de mercado.
15 dias na Amazônia + 6 meses de validação com suporte financeiro e laboratorial.
Imersão · oficinas · FIINSA
Dentro do território
Bolsa: R$3.500 – 7.500/mês · 6 meses – Fundo: R$100.000 por equipe – Especialista: US$650 – 1.300/mês
Times finalistas apresentam para investidores e compradores. Top 3 premiados e parceiros da Zôma.
Fase 4 · 1º Lugar
Fase 4 · 2º Lugar
Fase 4 · 3º Lugar
Doutorado completo
Doutorando(a)
Mestrado completo
Mestrando(a)
Graduação ou sem pós-graduação

Mais de duas décadas na Amazônia. A Zôma é a Geradora de Negócios do IDESAM.

Principal financiador. Foco em floresta e cadeias de valor sustentáveis.

Ponte acadêmica conectando talentos amazônicos a redes internacionais.

Infraestrutura laboratorial para validação tecnológica na Fase 3.

Mentoria e conexão com compradores industriais durante a validação.

11 áreas protegidas, ~4M ha no Pará. Co-criadores dos desafios.

Cooperativa do Acre. Infraestrutura, mercados e conhecimento territorial.

Co-facilitadores do programa. Especialistas em transferência de tecnologia e inovação baseada em ciência.
Não. Exigimos conexão real com a Amazônia e projeto enraizado nas cadeias da sociobioeconomia. Extrativistas, povos indígenas e gestores de cooperativas têm a mesma elegibilidade que pesquisadores acadêmicos.
Sim — se você tem origem na região ou atuação ativa em pesquisa, extensão ou negócios com impacto na Amazônia. Um vínculo apenas afetivo, sem comprovação, não é suficiente. Vale destacar que, após a seleção, a criação do negócio pode exigir mudança para a região.
Não. O perfil Inovador(a) Amazônico(a) é exclusivo para brasileiros(as). Se você é estrangeiro(a) com pesquisa na região, o perfil correto é Especialista em P&D — aberto a qualquer nacionalidade.
Não necessariamente. Preferência é TRL 3–4, mas candidatos com TRL mais baixo podem ser selecionados se proposta e perfil forem excepcionalmente relevantes. Seja transparente sobre seu estágio atual.
Para o perfil de inovador, o cadastro deve ser feito preferencialmente em português; para o perfil de especialista em P&D, pode ser feito em inglês, espanhol ou português. A organização fornecerá suporte de tradução para atividades em grupo online e presenciais. No entanto, para algumas atividades individuais, o domínio de dois idiomas poderá ser necessário. Os inovadores e especialistas em P&D assumirão os custos e providências de suporte de tradução, se necessário, em suas interações individuais, incluindo o uso de serviços de tradução disponíveis comercialmente.
O objetivo é formar equipes sinérgicas entre Inovadores e Especialistas em P&D e orientá-los no desenvolvimento de uma proposta inicial robusta de tecnologia ou produto. Para atingir esse objetivo, os participantes embarcarão em uma jornada estruturada que combina workshops interativos, sessões online e dinâmicas colaborativas durante a jornada. Não existe candidatura em dupla.
A propriedade intelectual pertence ao Inovador que desenvolver a solução. Os Especialistas em P&D podem ser reconhecidos como inventores pela sua contribuição técnica, mas não possuem direitos econômicos sobre ela, cedendo-os integralmente aos Inovadores. No entanto, caso o Inovador queira negociar uma sociedade com o Especialista, construindo uma relação de longo prazo, isso é possível e analisado caso a caso. Vale comentar que caso a solução envolva algum tipo de propriedade intelectual prévia, isso deve ser informado na candidatura para análise de documentação adicional.
Permanece sua. O Acordo de Compromisso não transfere propriedade intelectual automaticamente para IDESAM em nenhuma circunstância — nem para equipes que avançam nem para as que não avançam. Caso não vença, você ainda pode ser elegível para receber formas alternativas de apoio, a critério dos organizadores, para a continuação do desenvolvimento e implementação de suas iniciativas de negócios. Caso não tenha interesse em seguir, ganhando ou não, o IDESAM reserva o direito de dar seguimento na implementação da solução de forma independente. Nesse caso, o IDESAM avaliará formas incluindo negociações de contrapartidas financeiras ou não financeiras para os detentores da tecnologia.
Sim. O programa tem como objetivo gerar negócios, não apenas pesquisas — ao se candidatar, você reconhece este propósito. Caso decida não prosseguir após ser selecionado(a), o IDESAM poderá dar continuidade ao empreendimento de forma independente, avaliando contrapartidas financeiras ou não financeiras aos detentores da tecnologia.
Não. A dedicação pode ser ajustada conforme alinhamento entre Especialista, Inovador(a) e organização, podendo influenciar no valor da bolsa. Os horários são flexíveis e combinados com cada Inovador(a). Contamos, no entanto, com o comprometimento do time para o avanço na competição.
15 dias presenciais: aproximadamente 10 dias em Manaus (imersão, oficinas e apresentação no FIINSA) e 5 dias em comunidades rurais da Terra do Meio ou COOPEACRE. Passagens e hospedagem são cobertas pelo IDESAM. A proposta é receber treinamento para dar continuidade ao desenvolvimento, assim como conhecer a realidade das cadeias produtivas na Amazônia.
Três dimensões: relevância do projeto (alinhamento com desafio, potencial de mercado), perfil do candidato (vínculo amazônico, capacidade de execução) e viabilidade técnica (estágio atual, clareza da proposta).
Seleção Fase 1 ocorre de abril a julho de 2026. Candidatos pré-selecionados são convocados para entrevistas. Resultados finais até fim de julho, com Fase 2 começando em agosto.
Sim. O programa reconhece explicitamente a elegibilidade de povos indígenas, quilombolas, comunidades tradicionais, extrativistas e mulheres pesquisadoras da Amazônia. Não há cota formal, mas há intenção afirmativa.
Nenhum. Candidatura gratuita. Todas as atividades — oficinas, mentorias, ferramentas de validação e Residência Amazônica (passagens e hospedagem) — são cobertas pelo programa para participantes selecionados.

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